17.4.07

MELQUÍADES

TEXTO RETIRADO!

21 comentários:

Enfim... disse...

eu sou uma das que não conhecia e olha que adoo ler... bom post

Bjokas

Ana R disse...

Vengo a agradcer tu paso por mi blog y dejar constancia de ellos. Saludos españoles.

Un abrazo

sonhadora disse...

sonhei que todos os meninos eram felizes. Só pode ser sonho? Por que não o fazemos realidade. Escreves-te com o coração e à muito poucos a escrever assim.
beijinhos embrulhados em abraços

bom dia isabel disse...

Bom dia, Querido Mano!

Mais um post fabuloso onde deixas transparecer o tecido de que és feito. Apesar de sermos da serra, e apesar da serra nos parecer por vezes rude, agreste, fria, aqueles que nela nascem, crescem e vivem têm muito do Melquíades:a humildade, os olhos grandes, a doçura, o sonho...
Terá sido por isso que gostaste tanto deste doce menino/homem? Sempre que te leio, identifico-me contigo, no todo ou em parte, e hoje, mais uma vez, as lágrimas espreitaram, quiseram sair à rua porque recuei no tempo, quando os meninos/homens andavam descalços até ir para a escola e, alguns, até ir para a tropa. Recuei no tempo e lembrei-me do meu avô me ter contado que ia de burro à escola da vila, a 4 quilómetros da casa onde nasci, que brincava na rua com aquilo que encontrava e podia improvisar de brinquedo e lembrei-me de uma menina que via televisão, sentada na sala, mas cujo sonho era correr pela rua, fazer amigos, saltar a corda, jogar ao ringue, fazer bailes de roda...
Tanta coisa me veio á cabeça com estes cem anos de solidão. Viver para contar, recordar, reviver nestas palavras que têm muito da serra que me abrigou, do ribeiro que me embalou, das gentes sãs , humildes, trabalhadoras, honestas que me fizeram mulher é um privilégio que tu, mano, amigo, conterrâneo me tens proporcionado.Obrigada!
Beijinhos. Muitos.

p.s. um destes dias, bato ao ferrolho de uma casa que tem inscrita na fachada a data de 1877.

Pascoalita disse...

Olá!
Vou ser mto sincera ... não li este post até ao fim (vou imprimir para ler mais logo, pq aproveito este pouquinho de tempo para dar a volta às "capelinhas amigas") mas não quis sair sem deixar uma palavra.
Hoje de manhã enqto tomava o peq almoço, lembrei-me exactamente do seu post anterior em que falava neste livro. E porquê?
A meu lado, em pé, um sujeito na casa dos 30 tomava o seu peq almoço enqto lia um livro e eu não pude deixar de fazer o meu comentário - "deve ser uma leitura bnem interessante!" Respondeu-me com um sorriso a confirmar e foi ali que me veio à ideia que eventualmente pudesse ser o tal "cem anos de solidão" eheheh
Acho que vou ter de ler esse livro.
Voltarei mais tarde

Lyra disse...

Confesso que não o li, e ler é para mim um vício.
Mas despertaste em mim a curiosidade de o fazer, por tão bela apresentação. O estranho é q até adquiri recentemente tal livro, mas imaginar cem anos de solidão, levou-me a optar por outros títulos. Nesta altura adormeço embalada pel' "A Sombra do Vento", mas esse será o próximo.
Bjinhos

Lusófona disse...

Você conseguiu.... estou curiosas :)

Beijinhos

Mário Margaride disse...

Olá!

Obrigado pela visita no meu Canto poético.

Podes sempre que quiseres ires "cuscando" lá no Canto poético.

Abraço

http://avano2006.blogspot.com

Miguel Reis Cunha disse...

Um abraço também para o blogonauta da terra onde durmo todas as noites: A nossa S.Brás de Alportel, o lugar mais sereno e onde melhor ar se respira do mundo!

AlegriadeQuerer disse...

Te traje mi amistad, tan intensa
como el rojo y tan pura como el blanco.
Quiero mantenerla fuerte como el azul,
aún en momentos de negra desolación.

Que tengas un lindo día

bom dia isabel disse...

Mano, amigo, peço-te que passes pelo meu blog.
Beijinhos

bomdiaisabel disse...

Agradeço-te com um beijinho.
O mesmo carinho e a mesma simpatia de sempre apesar da "cilada".
Tem uma boa tarde.

Jefferson P. disse...

bom...

adrianna disse...

Olá! Pertenço ao 2º grupo ... tens razão. Fiquei com uma curiosidade enorme de encontrar o Melquíades.

Qto ao texto, julgo que o compreenderei melhor depois de ler o livro, mas não há dúvida de que éum belíssimo trabalho.

cacharel disse...

Aguçaste a minha curiosidade... :)
Belo texto. Gostei muito de o ler.

Beijo perfumado*

leituras disse...

Belíssima sugestão de leitura.

"Cem anos de Solidão" de Gabriel Garcia Marques é, quanto a mim, um dos melhores livros deste autor.

Boa semana

bettips disse...

Que belo recordar. E passar aqui, amigo. Cruzamo-nos tanto ... acho que mesmo que faltem as palavras, nos apreciamos! Por tanto comum. Um abraço.

Odele Souza disse...

Cem Anos de Solidão.Já li e te parabenizo pelo belo texto que instiga quem não leu o livro a fazê-lo, e a quem já o fez, a recordá-lo através do que aqui escreves de forma tão encantadora.

Conceição Bernardino disse...

Olá,
Desculpe a minha ausência, mas o que importa é, que estou de volta.
Ofereço-lhe este poema da minha autoria...

Sorriso


Não me lembro de ter nascido,
Não me lembro de ter vivido,
Não me lembro, jamais de alguma coisa
Se não somente, de ter sofrido!
Mas que importa isso agora?
Se sou feliz por ora.
Tenho amigos por todo lado
Os quais eu tanto amo
Os quais eu muito respeito
Sou feliz, por fazer sorrir alguém
Que sofre tanto ou mais do que eu.


Conceição Bernardino

Beijinhos e uma boa semana...
http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com

Paz disse...

aqui de nuevo , leyendo despacito el portuguès otras veces consultando el diccionario , pero con el mismo embeleso que me dan tus letras -

Paz/

Cris disse...

Este não conhecia..... Bem apanhado!

Beijinho
C.