23.1.07

O MEU RÁDIO AZUL

TEXTO RETIRADO!

27 comentários:

palavrassoltas disse...

Fiquei emocionada com o teu texto!
Lembrei a minha infância...
Era tudo tão mais simples...
Adorei!!!!
Beijinhos

António disse...

Olá!
O regresso às origens, no tempo e no espaço.
É bom!
Mas, na realidade, já há pilhas alcalinas e outras recarregáveis.

Obrigado pelo comentário ao meu post do gato-ladrão.
A tua versão ficcionada é mais condizente com a sociedade de consumo na qual vivemos...eh eh.

Abraço

Alexandre disse...

Fantástico texto - tb me recordo dos meus rádios de pilhas que me acompanharam durante muitos anos, onde eu ouvia os relatos de futebol e mais música se calhar do que ouço agora - tenho saudades desse tempo.

um abraço!!!!!!

sotavento disse...

O que eu gosto do meu rádio e da minha rádio!... :)))

Margarida Rosa disse...

Cheguei aqui através do "Bom dia Isabel"... e não é que o teu rádio azul trouxe à minha lembrança um velho rádio onde, em onda curta, se ouviam as comunicações das traineiras para terra! Alô Aló Princesa do Sul.....
Daqui de onde a terra acaba e o mar começa, um abraço para Sotavento.

Anónimo disse...

Bem eu recordo-me de um rádio, já tinha cassetes e ainda uma pequena televisão incorporada...levava-a p todo o lado que fosse...levava 8 pilhas grandes...um pouquinho diferente da tua história, n é?? Mas as pilhas tb acabavam rapidamente...

Adorei o texto!!

Beijokas

lifeyes disse...

Ora bem,
1º nesse tempo em que a tv estava acabadinha de chegar, cá para mim nem sequer ouvias falar em computadores pq essa conversa chegou bem mais tarde qd tu já te tinhas fartado de comer pão (e eu tb! lol)
2º os programas da minha tv resoveram-me o problema: avariaram-me a tv (olha só a sorte!) :P
3º não reclames da internet que ela permitiu-me estar aqui a ler-te :)
4º experimenta pilhas duracel, quando terminarem volta aqui e escreve outro texto **

BlueShell disse...

Hoje é mais um dia triste. Há 2 anos atrás perdi o meu pai…a saudade e a dor são avassaladoras…
De dia para dia vou ficando mais só!Um dia...não terei ninguém...estarei só comigo mesma! Já perdi tanto nesta vida....
BShell

off disse...

saudades... de brincar na rua... de ouvir os grilos... e disfrutar.

deitar fora os telemóveis e a televisão será que ajuda?

bom dia isabel disse...

Olá, Cusco!

Daqui do sul, de onde avisto o Cabo de Santa Maria, faço uma visita relâmpago ao meu amigo de S.Brás de Alportel. Já reparaste, por acaso, que S.Brás é do Alportel? Um Alportelense ilustre!
Bem, quanto ao rádio, também tive um, rectangular, pequenino, muito "pituchinho" que eu levava para todo o lado e ouvia a Rádio Escolar. Foi nessa rádio que ouvi a história do Príncipe com Orelhas de Burro. Era tão menina! Tu ainda não tinhas nascido e, entre muitas coisas,além das histórias, aprendi a cantar e a ouvir. Sabe tão bem "ouvir" o que aqui nos contas!E sabe tão bem recordar!
Beijinhos

Cris disse...

Eu tinha um peixe de plástico.. e achava que ele tinha que estar na água para não morrer, e a ele, só a ele, contava o que me ia na cabeça. Ainda o tenho (fora d'agua - guardado) para o filho que um dia talvez tenha. Obrigado por apareceres, cusco, e é bem verdade, às vezes aquilo que escrevemos não é sobre nós, não acontece conosco, mas no entanto não nos deixa de afectar.


Mil beijinhos

Cris

António Melenas disse...

Que bom seria poder desligar-se a gente de toda esta parafrenália que nos rodeia e voltar a ouvir apenas o rádio azul que eu nunca tive. Mas havia de ser só música, pois que também na rádio nos persegue a violência da vida que nos cerca.
Bonito o teu texto
Um abraço

Lilis disse...

Bonito!
Gostei da tua cusquice no meu Blog... podes continuar... eheh
Bejus e até breve! (msm q deus não queira!)

as velas ardem ate ao fim disse...

Eu não sei o que te diga!Tu escreves divinamente.

Mas não quero interromper o que estas a ouvir no teu radio azul.

bjos

Anónimo disse...

Não deves é ficar muito tempo no monte, é que as pilhas acabam-se num instante! ;)

Teresa David disse...

Gostei imenso deste texto, pois embora eu seja nada e criada em Lisboa, também tive um pequeno rádio, no meu caso, preto e dourado, que me enriquecia os momentos livres, e a rádio na minha juventude, que me parece ser a mesma que a tua, era riquissima de música e palavras.
Bjs
TD

Just_me disse...

Eu desde que me lembro de ser eu, sempre tive tv... Mas nunca abdiquei da companhia do meu radio, ficava horas ouvindo musica... Adorei o teu texto como sempre...

bjs

blugaridades disse...

A " mana" cusca!

Meu querido amigo conterrâneo, conhecido ou talvez não, também eu tenho saudades de outros tempos, outros costumes, outras histórias e, porque não, outros afectos. Destes, que consolidam as minhas andanças por cá, não me queixo porque tento mantê-los como nos tempos de antanho. Bem profundos, bem enraízados naqueles que me deram a vida e a quem eu já dei. Quanto ao rádio, que permitia a ligação ao mundo, pequeno, que eu conhecia , também tive um , bem pequenino, vindo de Andorra. Fazia as minhas alegrias,as das minhas amigas e de alguns adultos.São tempos que gosto de recordar! Quanto ao poema de que me falas no meu canto de "vulgaridades" não o tenho na net. Vou procurá-lo na biblioteca e , depois, transcrevê-lo-ei para que possa ser lido por quem me visita. Não está esquecido e figura entre os grandes. Nele, tenho grande orgulho e noutros da nossa terra que por lá farei passar.
Beijinhos

Conceição Bernardino disse...

Olá,
Que posso eu dizer se os meus olhos não falam!
Transmitem emoções, a essa beleza inconfundível
Que as palavras me transmitem
Aqui estou eu para te dar o meu gesto de carinho
Soberbo...

Conceição Bernardino

Paulo Sempre disse...

Excelente!!!!
Abrigado
Paulo

Anónimo disse...

Muito interessante este regresso ao passado... que os mais jovens de hoje mal podem acreditar. Imagine-se um país sem televisão, telemóveis ou computadores...
Mas nem sempre o progresso anda de braço dado com a humanidade.

um óptimo fim-de-semana!

dulce disse...

Gostei de te ler.
Beijos

bom dia isabel disse...

Passei para te deixar um beijinho e desejar um bom fim de semana.

margusta disse...

Olá Cusco,
...vinha só para te deixar um beijinho, mas não resisti a ler o texto...e olha fiquei emocionada...
Saudade da infancia...das coisas simples que nos faziam felizes...

Até um dia destes...se Deus quiser...

chipichipi disse...

Mais uma pérola! Uma homenagem ás coisas simples da vida. Como compreendo o sentimento, as saudades e o sufoco.

Lusófona disse...

Eu tive um rádio-gravador, gravei tantas músicas e eu a cantar também :)

Quem me dera viver no campo, um dia ainda hei de viver...

Anónimo disse...

ler todo o blog, muito bom